Blog da APAE

MATERIAL DE APOIO, ARTIGOS TÉCNICOS, EVENTOS E NOVIDADES DA APAE DE JUNDIAÍ

Flower

RECESSO!

Bom dia!

Em nome de toda a Apae, da cidade de Jundiaí, venho comunicar que a partir do dia 05/07/2010 (segunda-feira), todos os colaboradores estarão em recesso até o dia 19/07/2010 (segunda-feira), retornando então as atividades  normalmente no dia 20/07/2010 (terça-feira).

 

Obrigado!

Apae de Jundiaí precisa de ajuda

foto_Pavan_Rizzieri_jj

Matéria publicada no Jornal de Jundiaí em 24/03/10 por Luciana Müller

 

 

 

 

 

Foto: Jornal de Jundiaí

O olhar de Giulia, 8 anos, para as roupas de balé, que utilizava nas aulas na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) deixam a mãe, Karla Victor Locambo, comovida. A menina participou por dois anos do projeto oferecido na entidade. Neste ano, as aulas foram cortadas por falta de orçamento. Além dela, outras tantas crianças esperam ansiosamente para o retorno das atividades artísticas. Mas para isso, será preciso a ajuda da população. A entidade teve o orçamento reduzido em 30% por conta da crise financeira do ano passado.

“As doações diminuíram. Quem doava R$ 20, passou a dar R$ 10. Algumas empresas cortaram os convênios, por isso, no ano passado fechamos com déficit orçamentário de R$ 600 mil”, afirma o presidente da entidade José Carlos Rizzieri. Essa, segundo Rizzieri, foi a maneira encontrada para não cortar atendimentos aos quase mil jovens, crianças e adultos assistidos pela Apae. A entidade teve de reduzir, além das atividades artísticas de canto e balé – que eram utilizadas como terapia para auxílio cognitivo, motor, memorização e de integração – os almoços servidos para funcionários e alunos, serviço odontológico e terceirizados.

“Estamos tentando uma parceria para ajudar nos gastos com a merenda. Recebemos uma ajuda da Prefeitura, mas precisamos complementar”, comenta o diretor administrativo da entidade José Roberto Pavan. A administração afirma que as contas da entidade estão em dia, graças às reservas guardadas anteriormente. “Mas não temos como manter todos os serviços. Precisamos que a sociedade volte a ajudar, já que a economia voltou aos trilhos e o desemprego diminuiu”, afirma o diretor. A crise mundial não deixou sequelas apenas na Apae.

No final do ano passado. o Grupo em Defesa da Criança com Câncer (Grendacc) passou por problema semelhante. Com o apoio da sociedade, conseguiu equacionar as contas. Os interessados em ajudar a Apae devem entrar em contato com a entidade pelo telefone (11) 4588-2908. A entidade encaminhará uma pessoa credenciada até o endereço e retirar o donativo. A prioridade é para doações em dinheiro. As doações também podem ser feitas diretamente na conta 1364-1, do banco Bradesco, agência 3087-2.

Psicomotricidade

atividade_ludica_para_blog

Psicomotricidade é a ciência que tem como objeto de estudo o homem através do seu corpo em movimento e em relação ao seu mundo interno e externo. E que deve se propor a buscar um desenvolvimento global do indivíduo, através de sua estruturação mental, sendo enfocados igualmente aspectos afetivos, motores e intelectuais, levando-o a tomar consciência de si pela atitude e movimento.

 Ao trabalhar uma sessão de psicomotricidade, o sujeito é considerado como um ser holístico, que apresenta algumas defasagens no seu desenvolvimento, as quais acabam por influenciar as demais áreas que não apresentam falhas. É abordado também o aspecto emocional e a manutenção do estado de motivação incluindo as interações com o meio social.

 Os pais e professores devem permitir que as crianças tenham a oportunidade de vivenciar cada etapa do seu desenvolvimento, nos aspectos motor, afetivo e psicológico, por meio de jogos e atividades lúdicas para que o mesmo se conscientize sobre seu corpo. Pois é através da recreação dirigida que a criança desenvolve suas aptidões perceptivas como meio de ajustamento do comportamento psicomotor e proporcionando a aprendizagem.

Devemos incentivar a prática do movimento em todas as etapas da vida de uma criança. Por meios de atividades, as crianças, além de se divertirem, criam, interpretam e se relacionam com o mundo em que vivem.

 A psicomotricidade é condição necessária para os aprendizados pré-escolares e escolares, pois leva a criança a tomar consciência de seu corpo, da lateralidade, a situar-se no espaço, a dominar o tempo e a adquirir habilidades e coordenação de gestos e movimentos, possibilitando assim uma aprendizagem eficiente.

 Como exemplo pode-se citar uma criança cuja lateralidade não está bem definida ela encontrará dificuldades na ordem espacial, a diferenciar direita e esquerda ou a direção gráfica, não reconhecer a ordem em uma lousa e no seu próprio caderno. Já se o esquema corporal é mal constituído a criança não coordena bem os movimentos e apresenta dificuldades em atividades que exijam habilidades manuais. Diante de problemas quanto à orientação temporal e espacial pode-se ocasionar confusão na ordenação das sílabas (não de antes e depois) e dificuldades na matemática (noção de fileira, de cima e baixo), etc.

Dessa maneira, o importante para ter um desenvolvimento adequado é estimular a criança no brincar e no movimentar-se, pois assim estaremos proporcionando a ela uma melhor compreensão do seu corpo, de suas possibilidades e limitações.

Daiana Cânola /Psicomotricista   NAPE

“A sociedade que eu sonho para meus filhos é a mesma que sonho para todos” entrevista com ator Carlos Casagrande ao Jornal da Apae

IMG_4322 para blo

Por que você aceitou se tornar um embaixador da Apae?

 Imagino que a minha exposição na mídia ajude a inspirar outras pessoas a ajudar de alguma forma, ou talvez ao menos sensibilizar, levando o nome e o trabalho da Apae a conquistar ainda mais espaço, mais apoio de pessoas interessadas em ajudar mas que não sabem como dar seu primeiro passo. Gostaria também de ajudar a arrecadar mais recursos financeiros para executar ideias e boas intenções.

Qual era seu conhecimento sobre a deficiência mental antes de se tornar um embaixador?

Sabia muito pouco.

Você acabou de ser pai pela segunda vez, conte-nos sobre esta experiência e como ela te sensibiliza como ser humano?

Ser pai é despertar sentimentos que até então não estavam ao meu alcance. As atitudes se modificam sem se perceber e são todas com referência aos filhos. A forma de ver a vida diária, o futuro, tudo é baseado no que seria melhor para eles. Eu procuro oferecer tudo que posso para desenvolvê-los ao máximo, com jogos específicos para seu o desenvolvimento, a melhor escola, minha atenção máxima, dar inspiração para aprender sempre, e principalmente, dar o exemplo de tudo que peço que ele faça.

 

Quais são seus projetos futuros?

Tenho um projeto com previsão para este ano. Farei dois personagens diferentes em uma comédia para adolescentes que se chama “Três Dias para O Amor”.
Como você gostaria de ajudar a causa da deficiência mental?

De continuar atuando sempre.

 

Qual a sociedade que você sonha para seus filhos em relação à inclusão?

A sociedade que eu sonho para os meus filhos é a mesma que eu sonho para todos, que os direitos sejam respeitados, que haja menos preconceito, oportunidades iguais para todos, solidariedade e fraternidade.

 

Uma noite inesquecível na Mostra de Artes

 

foto_blog_10 mostra pantera cor de ros

 

 

 

 

 

 

 

 

Os espectadores e aficionados pelo cinema tiveram uma noite de gala no dia 8 de dezembro, no Teatro Polytheama, durante a 11ª Mostra de Artes da Apae. Músicas inspiradoras de filmes clássicos e contemporâneos encantaram o público, durante a apresentação de dança, caprichosamente ensaiada pelos alunos da Apae de Jundiaí durante todo o ano.

As aluninhas de balé estavam – como sempre -  especialmente paramentadas para fazer referência aos filmes de todos os tempos. Elas dançaram “Cantando na chuva”, “A Pantera Cor de Rosa”, “A Noviça Rebelde”, “O Fantasma da Ópera” e “O Rei Leão”.

Os alunos adolescentes provaram um pouquinho da música dançante, em coreografias como “O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain”, “Os Embalos de Sábado à Noite”, “Dirty Dancing”, “Grease”, “Meu Primeiro Amor” e “Mamma Mia!”. O prazer e o entusiasmo de todos os alunos contagiaram todo o público presente.

Participaram também da apresentação, como convidados, os grupos de dança da Apae de Várzea Paulista, Amarati e Grupo de Dança Peama.

Mais uma vez, com o teatro lotado, os alunos da professora Raquel Tumolo deram um show na apresentação, desafiando seus limites, com muita simpatia e improviso. Uma noite de fazer jus às músicas eternas da sétima arte.

11ª Mostra de Arte APAE de Jundiaí

11-mostra-de-artes

A Apae de Jundiaí realizará no dia 03 de dezembro às 20h, a 11ª Mostra de Artes no Teatro Polytheama.

 Os cinqüenta e três alunos de ballet e dança irão apresentar 11 coreografias no espetáculo chamado “Luz, Câmera, Ação!”, com duração de aproximadamente uma hora e dez minutos, que mostrará coreografias inspiradas nos melhores filmes já criados, com direção da coreógrafa Raquel Tumolo. Entre alguns filmes estão “Cantando na Chuva”, “A Noviça Rebelde”, “O Rei Leão”, “Grease”, “O Fantasma da Ópera” e “Mamma Mia”. A Mostra contará também com a participação especial da Cia. De Dança Pio X com a apresentação da coreografia “Romeu e Julieta”.

 Na primeira parte da Mostra irão se apresentar grupos convidados da cidade de Jundiaí e região.

 Mais informações com Raquel Tumolo – 11 7114-7119

Terapia Ocupacional apoia a inclusão escolar

terapia_ocupacional

A função da Terapia Ocupacional no Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado é facilitar o desempenho da criança na realização das atividades escolares. Para isto, é necessário desenvolver ações que promovam a melhora do desempenho funcional, das atividades de vida diária (alimentação, vestuário e higiene) e o desenvolvimento da coordenação motora fina e grossa. Havendo necessidade, adaptações são realizadas para auxiliarem na execução das atividades ocupacionais.

Neste sentido, o trabalho da Terapia Ocupacional visa desenvolver situações de recreação que simulem situações reais. Todo trabalho é voltado para desenvolver capacidades através de fortalecimento muscular, coordenação motora fina e grossa, função manual, amplitude de movimento…

As brincadeiras de montar, encaixar, empurrar, alinhavar, rasgar, enrolar, rosquear, pinturas (com as mãos ou com pincel e lápis), uso de massas e grãos são alguns exemplos de atividades que auxiliam no desenvolvimento funcional da preensão, movimento este realizado com as mãos para segurar um objeto.

Enfim, antes de chegar a uma preensão adequada para o lápis, a criança deve passar por uma série de experiências sensoriais e motoras que vão possibilitar o desenvolvimento de movimentos funcionais com os membros superiores. Além de realizar treino do autocuidado para proporcionar autonomia e independência (às vezes, faz-se necessário engrossar cabos de talheres, escova de dente, adaptar pratos, entre outros) , precisamos considerar o aluno como um indivíduo único respeitando suas potencialidades.

Assim, as dificuldades escolares podem surgir e cabe ao Terapeuta Ocupacional, em conjunto a equipe multidisciplinar, orientar a escola quanto a adaptações necessária para a criança ou adolescente realizar suas atividades escolares. O tipo de papel e seu posicionamento na mesa, o tipo de linha, de grafite, o uso de adaptações que favoreçam a preensão do lápis, o melhor posicionamento do indivíduo na mesa, a necessidade de treino gráfico, enfim… buscar e adaptar todos os recursos de acordo com a necessidade do momento.

Portanto, o processo de inclusão escolar requer uma atuação conjunta entre escola – família – terapeutas, com o intuito de melhorar o aproveitamento escolar do indivíduo e torná-lo de fato um cidadão.

Patrícia Rodrigues de Azevedo Canella / Terapeuta Ocupacional NAPE

“Ser embaixador da Apae foi a experiência mais marcante da minha vida” diz Mauricio Lima em sua entrevista ao Jornal da Apae.

mauricio_blog_apae

 
 
Como surgiu a idéia de criar um projeto como o seu?

Mauricio Lima – Sempre tivemos vontade de ter projetos sociais e ensinar vôlei para a criançada. Essa minha idéia já vem há alguns anos….Como agora saiu a Lei de Incentivo ao Esporte, então criamos um projeto que foi apresentado ao Ministério do Esporte, que se chama Vôlei para Brilhar…para início de 2010. Vamos  torcer!

 

Como ele atua?

Mauricio Lima – É um projeto de inclusão através do esporte, para acontecer na cidade de Campinas, onde eu moro, em parceria com o Sesi. Ass crianças fazem quatro horas de projeto por semana… duas horas por dia, sendo uma hora em quadra e uma hora com oficinas educativas. Vamos dar todo material, transporte, tênis, uniformes, lanchinhos e tudo o que a criança precisa para se desenvolver.

 

Por que um jogador de vôlei famoso foi se preocupar com o social de seu País?

Mauricio Lima – Acredito que todas as pessoas deveriam se juntar às causas como estas. Como tenho uma imagem conhecida, o que de melhor posso fazer nessa vida a não ser ajudar o próximo?

 

Quais outras atividades que você faz? Ainda joga? Treina?

Mauricio Lima – Sou envolvido com vôlei 100%… Sou embaixador do esporte pelo Banco do Brasil e viajo o Brasil durante o ano divulgando o vôlei. Também faço eventos corporativos, sempre levando minha história e minhas conquistas. Vou à academia e sou superagitado: acordo cedo, me cuido e saio para trabalhar.

 

Como conheceu a Apae de Jundiaí?

Mauricio Lima – Já conhecia o trabalho da Apae no Brasil e, através da minha empresária Alessandra Menga, fui  convidado a conhecer mais esse trabalho e recebi o maravilhoso convite de ser embaixador dessa

entidade que presta esse serviço essencial as pessoas com deficiência.

 

Você ficou muito emocionado na última Mostra de Artes no Teatro Polytheama e sua  performance como apresentador foi excelente. Como foi esta experiência para você?

Mauricio Lima – Confesso que fiquei um pouco nervoso, mas ao mesmo tempo tranqüilo, pois estava participando de algo que jamais tinha participado. Foi muito bom para mim quanto ser humano… Me fez crescer e com certeza afirmar que reclamamos por pouca coisa em nossas vidas. A alegria dos alunos contagiou a todos! Estarei sempre que minha agenda permitir. Foi uma das experiências mais marcantes que tive..

 

Pretende continuar com a causa da inclusão da pessoa com deficiência?

Mauricio Lima – Sempre…Serei o primeiro a lutar por essas causas.

 

 O que elas te ensinaram?

Mauricio Lima – Não só me ensinam muita coisa, mas chego em casa de um evento da Apae eu conto aos meus filhos sobre a seriedade desse trabalho e a alegria dos alunos. Sou muito grato por participar dessa família e sempre contem comigo

Vanessa Menga quer levar o nome da Apae para todos os cantos do mundo

 vanessa_menga Vanessa Menga, embaixadora da Apae de Jundiaí,  conta sobre sua experiencia na participação da 10ª mostra de artes realizada em 2008.

 

 

Na 10a. Mostra de Artes, você estava entusiasmada com a performance das crianças. Nos conte como foi esta experiência.

Vanessa – Fiquei muito feliz em estar lá, com aquela platéia lotada com um único objetivo, prestigiar as crianças da Apae.

Nunca tinha participado e visto uma Mostra de Artes da Apae, fiquei impressionada com o talento deles, e, com certeza nos faz repensar em muitas coisas no nosso dia a dia.

 Como você resolveu ser uma embaixadora da Apae?  Já tinha contato com a causa da deficiência mental?

Vanessa – Fui convidada e minha reação foi de alegria e muito entusiasmo, pois aliar a minha imagem à imagem da Apae, com certeza é gratificante para os dois lados. E, ainda por cima, embaixadores de peso para dividirem comigo a tarefa de representar a Apae de Jundiaí.

Tenho um Instituto, que se chama Instituto Brilho Brasileiro, onde projetos de inclusão através do esporte são desenvolvidos e, dentre os beneficiário, existem crianças com síndrome de down, deficientes auditivos e portadores de necessidades especiais.

O Instituto este ano iniciou um projeto chamado Tênis Sobre Rodas, onde deficientes aprendem a prática do esporte tênis. Uma lição de vida e me sinto muito honrada e poder proporcionar esses projetos a todos os atendidos.

 Você participa de outras campanhas de outras entidades?

Vanessa – Já participei anteriormente, mas com eventos pontuais, nada que me dedicasse e colocasse minha imagem assim envolvida totalmente! Também tenho meu próprio Instituto ao qual me dedico.

 Como estas experiências modificaram sua forma de pensar/sentir?

Vanessa – Sabe, apesar de termos fama, de termos conquistado muitas coisas em minha carreira, conhecer o trabalho da Apae de Jundiaí, foi algo que realmente mexeu comigo, principalmente depois da Mostra de Artes, onde pude ver que com todas as dificuldades que eles encontram estão lá dando o melhor de si com uma alegria contagiante!

O ser humano reclama muito da vida e é injusto! Com certeza ganho cada vez que me dedico a Apae . Sou responsável em divulgar e representar o programa de prevenção e estimulação, dos bebês, cada embaixador ficou responsável por um programa. Maravilhoso. Estou aprendendo muito para quando for mãe.

 O que você faz agora? Quais são seus projetos para o futuro?

Vanessa – Como disse, me dedico ao meu Instituto e beneficiários.

Faço parte de um grupo que se chama Atletas pela Cidadania, onde 35 atletas de grandes nomes representam e lutam por causa na sociedade. Eu e o Mauricio fazemos parte. Se quiserem saber mais visitem www.atletaspelacidadania.com.br .

Vou começar a viajar com duas tenistas pelo mundo para treiná-las, e será minha primeira experiência como técnica. Estou ansiosa e sei q poderei reviver muito do que passei. A primeira viagem será a Paris, para o Grand Slam Roland Garros, depois irei para Wimbledon e depois US Open!Torçam por mim!! 

 Está entusiasmado com nossa entidade?

Vanessa – Demais, e pretendo levar o nome da Apae de Jundiaí, para todos os lugares que for! Uma entidade séria que cresce a cada dia e, com certeza, é um orgulho fazer parte dessa história.

Obrigada pelo carinho e pelo convite em estar à frente desse trabalho maravilhoso.

Ajudem a APAE de Jundiaí doando notas e cupons fiscais

campanha-notas-fiscais

Consumidores podem doar seus comprovantes fiscais a entidades assistenciais, conforme previsto no artigo 6º do Decreto nº 54.179, de 30 de março de 2009, a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo estabeleceu que as entidades paulistas de assistência social poderão ser indicadas como favorecidas pelo crédito relativo à Nota Fiscal Paulista, no caso de documento fiscal não indicar o CPF ou CNPJ do consumidor, também poderão ser beneficiadas pela transferência de créditos de pessoas físicas.

Para beneficiar a Entidade basta não indicar seu número de CPF/CNPJ no documento fiscal, e proceder como segue:

  •  Nos locais em que existirem as Caixas Coletoras, depositar na mesma, que serão retiradas pela Entidade.
  • Não existindo Caixas Coletoras, encaminhar para a Entidade à Rua Dr. Francisco Telles, 475 – Vila Progresso – Jundiaí – SP, que dará entrada no site do Ministério da Fazenda do Estado de São Paulo, pleiteando os créditos do ICMS.
  • O contribuinte poderá doar seus créditos com a Nota Fiscal Paulista, através do Site do Ministério da Fazenda do Estado de São Paulo, indicando a Apae de Jundiaí – CNPJ 50.956.440/0001-95.

De acordo com a lei a emissão do documento fiscal é uma obrigação do estabelecimento comercial e um dever do consumidor exigir seu cumprimento, como cidadão.

Para as pessoas que pretendem utilizar a nota fiscal como “Garantia do produto”, no caso de ocorrer um defeito, poderão encaminhar para a Entidade uma cópia.

O que é Nota Fiscal Paulista?
O Programa Nota Fiscal Paulista devolve 30% do ICMS efetivamente recolhido pelo estabelecimento a seus consumidores. Ele é um incentivo para que os cidadãos que adquirem mercadorias exijam do estabelecimento comercial o documento fiscal. Os consumidores que informarem o seu CPF ou CNPJ no momento da compra poderão escolher como receber os créditos e ainda concorrerão a prêmios em dinheiro.

Como funciona?
Em cada compra, o consumidor informa seu CPF/CNPJ e solicita sua Nota Fiscal/Cupom Fiscal ou Nota Fiscal on-line. O vendedor registra o CPF/CNPJ do comprador. Ele emite a Nota Fiscal tradicional ou gera no site a Nota On-line. Após o recolhimento do ICMS pelo estabelecimento, a Secretaria da Fazenda creditará ao consumidor a parcela do imposto a que ele tem direito, proporcional ao valor da compra. O crédito poderá, dentro de cinco anos, ser utilizado para reduzir o valor do IPVA, transferido para a conta-corrente, poupança, creditado em cartão de crédito, transferido para outra pessoa ou Entidade, ou devolvido em prêmios.

Como doar?
O consumidor tem a possibilidade de indicar uma Entidade social como beneficiária de um documento fiscal que não contenha a identificação do consumidor, ou seja, número de CPF/CNPJ. O consumidor também pode transferir créditos para uma Entidade social, através do site www.nfp.fazenda.sp.gov.br

Fonte: Ministério da Fazenda – 27/08/2009

Mais informações com Isabel Simão Xavier – Coordenadora Administrativa – Te. 11 2152-6153